quinta-feira, 18 de setembro de 2008

AC - 071 Crew


A cidade


Umas das primeiras civilizações a ser intitulada como cidade foi a Babilônia, uma população que se desenvolveu as margens dos rios Tigre e Eufrates, onde hoje é o Iraque, babilônia atual, no Oriente Médio.

Deixando um pouco a historiografia mundial, e enfatizando a cidade a qual vivemos, ou melhor, sobrevivemos vus falo que a cidade atual é uma eterna Babilônia regada pelo poder capitalista de forma perversa, mas essa perversidade é direcionada para uma grande parte da população que permanece oprimida. Mas já me cansei de falar disso de ser um “Revolucionário” ou algo do tipo, não sonho mais com isso, quero ostentação, melhor dizendo, aparato de Sobrevivência, pra mim e para meus chegados.


O grafitte do Artista Plástico Anderson Cunha (071 – Crew), intitulada por mim de A Cidade, nos faz perceber que a cidade se tornou um mostro que cresce verticalmente e horizontalmente. Seria magnífico que a teorização do professor Milton Santos a respeito da Globalização fosse posta em pratica, uma outra Globalização é necessário.

Lhes confesso queria não queria escrever esse texto de uma forma sintética, mas não tem condições, falar da cidade é complexo, porém satisfatório ao mesmo tempo, e se eu me prolongar meu blog se tornará chato e ninguém vai ler.







2 comentários:

Isa Dora disse...

O grafitte é muito show! Sim, o sistema é bruto. Demais. E eu gostei muito quando disse q não quer mais ser um revolucionário. Eu tbm era/queria ser, pensava muito dessa forma. Hoje vejo q as coisas são mais complicadas e duras. O importante é ter consciência sempre, e lutar pra poder fazer pequenas coisas. As pequenas coisas revolucionam.

Vc escreve muito bem.
Abraços.

Taysa disse...

Já estava até estranhando o "quê" revolucionario do texto, quando me deparei com seu basta...não que não sejas revolucionario, mas é que a meu ver, sua ação é mais contra-hegemonica nas atitudes práticas do que na linguagem textual...rs!

Assim, avalio ser de essencial importancia estar consciente, fugir a alienação e atuar em medidas praticas, ainda que pequenas, contato que façam um diferencial, penso que isso sabe fazer.

Xerus...

P.S: quem sabe um dia a revolução te ganha p/suas trincheiras novamente.rsrsrsrsr!