domingo, 24 de janeiro de 2010

Lavagem do Bonfim







Uma das festas, de caráter popular, mais requisitadas de salvador. Se você morrer sem ir ao Bonfim, nesse período, tenha certeza de que você não viveu de verdade.

Fazer um percurso de 8Km, a pé, embalado por machinhas e pelo pagodão profano de Salvador em pleno verão, onde o Sol nos mutila sem cerimônia alguma, isso tem um preço. É chegar a Colina Sagrada, onde está situada a Igreja do Bonfim, e poder amarra à grade da Igreja uma simbólica fita do Senhor do Bonfim e pedi três desejos. Questão de Fé!¹

A quase duas semanas fiz esse percurso, mas meus pés até hoje sofre com as consequências, estão fragilizados e ninguém, ninguém mesmo, além de mim se sensibiliza com a causa, eles precisam de massagens, eles são mais dengosos que eu, eles tem vontade própria.

A esse momento único de minha vida, eu agradeço por ter compartilhado com pessoas que conseguem me alegrar, e eu a amo-as de verdade, agradeço a: Betinho, Diego, Iara e Negro All (Akon). Foi muito bom está com vocês. Sem falar na infinidade de pessoas que encontramos no decorrer do trajeto, como Afro Jow, Dani e Gabriel.





¹ Eu amarrei logo duas, só para evitar acidentes, sabe como é, né!

terça-feira, 22 de dezembro de 2009




Terminei de ler!





Mais um livro terminado, nem bem começou minhas férias e já estou destruindo os livros. Esse livro não é um dos melhores, mas o que importa é o exercício da leitura. Como o titulo já diz, ele nos traz a biografia do senhor Silvio Santos, colocando-o como um ser único e cheio de adjetivos de glamour. Não tenho nenhuma simpática por Silvio, mas resolvi ler essa obra porque gosto de VENCER e me interesso pela história brasileira.
Conta a história de um menino judeu, filho de pais imigrantes que montaram um comércio no Rio de Janeiro, mas não teve muita prosperidade devido ao vicio do jogo do patriarca da família. A partir de então ele discorre como o Silvio Santos chega ao status que tem nos dias atuais, desde vendedor de bijuterias à dono de uma rede de televisão.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Lembranças Insanas


Arquivo fotográfico, hoje eu não estou bem com as palavras, então cabem a vocês, leitores, imaginar como foi à festa!






















Insanos: Johnny, Iara, Liliane, Larisa, Armeng, Haggar, Gaby, Aloisio, Adriana, Ilma, Giuliano, Gomes, Antônio, Monstro, etc...

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Ninguém me entende!


As vezes as pessoas cansam, e eu me canso ainda mais fácil!

sábado, 5 de dezembro de 2009



Meu trabalho






Minha primeira experiência em sala de aula, foi, ou melhor, está sendo no Colégio Landulfo Alves... O desafia é grande, ter que administrar seis turmas do Ensino Médio, sendo que os alunos são praticamente da mesma geração que eu, mas tenho minha autoridade e faço com que eles “andem na linha”. Final de ano chegando e já estou sentindo falta deles, por isso decidir escrever um pouco pra imortalizar esse sentimento que transcrevo com muita sinceridade.

O saldo desse estágio está sendo positivo, fora à parte que diz respeito ao meu remuneramento, que é uma patifaria, uma falta de respeito com o profissional, mas a relação que estabeleci com meus alunos, e o aprendizado superam essas situações desconfortáveis... A maior parte dos alunos é do Subúrbio Ferroviário, por isso trabalhei no decorrer do ano com a questão identitária desses indivíduos e as relações existentes nas regiões de periferia e favela, desmistificando e esclarecendo algumas questões nesse âmbito.

Confesso que não era fácil apreender a atenção dos alunos utilizando o método convencional de aula, por isso eu usava muito os aparelhos eletrônicos que estavam disponíveis na escola, com slides e filmes. Percebi que além de professor eu tinha que ser um psicólogo e estabelecer uma relação “corpo à corpo” com os alunos, na medida do possível... Isso se faz necessário, muitos alunos carecem de instruções, mas eu sempre deixei bem claro pra eles que eu não era o pai de ninguém e não estava ali para dar a educação que se aprende em casa.

Enfim, estou com saudades da troca de experiências vivenciadas nesses sete messes.





















sábado, 28 de novembro de 2009

É isso Fora as partes...[MSN]



[...]

– Você tem namorada?

– Sim, eu tenho e amo ela!

– Sabiaaaaaaaaaa, um cara assim como você tem que ter namorada.

– Não entendi! Cuidado, as aparências enganam.

– Deixe de modéstia, seu bobo...

– Estou sendo sincero, sou meio dramático, mas estou falando sério.

­– Tá bom... Pelo que me falaram de você, você tá com moral comigo.

­– Coitadinha, nem me conhece e já ta assim [em pensamento]. Tá tranqüilo nega, gosto assim.

­– O que você gosta de fazer?

– Nada! Eu sou chato, e tudo depende da vontade!

– Aff!

– Falo sério preta...

– Já te vi várias vezes na rua, mas nunca falei com vc...

– Você pode falar, eu deixo... até me pegar pode, vai ser emocionante. Você me lembrou uma amiga, que é minha fã, pelo que eu escrevo no blog!

– Tem até fã, né!

– Acidentes acontecem

– Você me faz rir, suas palavras são verdadeiras.

– É o charme, você só está me lendo, estou imaginando quando você me ouvir...

– O que tem sua voz

– Nem eu sei... Leia meu POST no blog:

– Vou ler...

– [depois de uns minutos] kkkkkkkkkkkk, que pressão, fiquei curiosa agora!

– Relaxe, tudo no seu tempo, vou deixar você um pouco curiosa...

– Putz! Que homem... Posso te ligar?

– Já está desesperada, né?

– Você se acha, preto!

– É só charme, minha preta! Coisa de baiano!

– Me fale de sua Namorada!

– CONTINUA [...]

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Doando Sangue...




O hoje o dia, ou melhor, o período da tarde foi para doar sangue para o Banco de Sangue da Bahia. Eu estava na maior disposição, impulsionado por minha namorada que tanto aperta minha mente. Mas, foi bom... Precisava fazer isso, pois há tempos eu tinha vontade, mas não conseguia executar essa atividade.

No entanto, o que de fato me motivou a fazer essa doação foi o fato de eu ter decidido me tatuar, ainda essa semana, depois de tatuado só depois de um ano para fazer a doação, e com certeza minha vontade ia expirar.



Parte 1 – A TRIAGEM

Momento de apresentação, de aferir a pressão (17/8 – estou bem) e interrogatório. Fiquei constrangido com as perguntas que a mim foram feitas, me perguntaram se já fui presidiário, se tenho relações com prostitutas drogadas, se tem stress. Que saco!

Tenho que destacar a enfermeira que percebeu minha ansiedade e começou a se engraçar comigo, me deixando mais tranqüilo, gostei dela, ela foi simpática, mas ela deu azar, pois tenho namorada!



Parte 2 – A ESPERA DA AGULHADA

Em quando aguardo na sala de espera lendo uma matéria patética da ISTO É, sobre internet e política, inicio uma conversa com uma outra “vitima da agulha” de aguardada o memento da coleta. Eu já estava tenso, com as mãos suando e o maligno ficava falando besteira, que a agulha é grande e incomoda durante o tempo da coleta, blá, blá, blá... Enfim, foi tranqüilo e rápido, por volta de 5 minutos a agonia logo teve seu fim.

Assim seu deu o dia em que soube meu tipo sanguíneo, que vergonha 25 anos e não sabia, mas tava na duvida, eu era criança quando eu fiz exame de sangue... Logo tive a certeza sou A positivo, para a alegria de uns e tristeza de outros.



Parte 3 – IR PRA CASA

Depois das recomendações da enfermeira, de não fazer esforço físico, beber bastante liquido, etc. Faço um lanche, garantido a todos doadores – fica a dica pra quem quer fazer uma boquinha – pego meu atestado e vou para casa com o braço ensangüentado e dormente.

Doar sangue é mais que um mero clichê de DOE SANGUE, DOE VIDA. Doar sangue é diversão, compromisso em quanto ser humano e um aprendizado de vida.