
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

sábado, 14 de fevereiro de 2009

Dando continuidade ao espírito carnavalesco, venho mostra dessa vez uma das medidas adotadas pelo Governo para conter a violência existente no período da folia.
Essa é uma foto da montagem de um posto policial na Praça do Campo Grande, circuito dos trios elétricos, onde podemos observar uma Jaula ao lado, que servi para aprisionar os foliões mais exaltados, jaulas desse tipo é espalhada por todo o circuito do carnaval em locais estratégicos.
Essa é uma das faces do carnaval de salvador que ficam ocultas, e ofuscadas pelo brilho do Chiclete com Banana e Ivete Sangalo. Mas podem ficar tranqüilo, essas grades não são pra vocês, turistas, podem vir curtir o carnaval sem preocupação. Sabemos que o carnaval de salvador é a festa popular mais violenta do mundo estamos todos cientes disso, por isso nos armamos como se fosse uma guerra.
Vocês podem assistir uma pequena matéria (90 segundos) clicando aqui, faça bom proveito e tirem suas conclusões.
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009
Festa da Blackitude no dia 07 de Fevereiro, na Tereza Batista – Pelourinho, no inicio era só mais uma festa na city eu estava desmotiva, sem vontade nenhuma de ir pra esse som, mas é foda a babilônia me atrai, ai tenho que marcar a presença.
Depois de uns dois da Gamboa e umas latinhas, já era, a vibe já é outra. Colar num som com esses malucos ai é insanidade, compromisso e diversão,sem limites, impossível não dá risadas com esse “Patetas”, foi gastação total no embalo do Som de Daganja, que roubou a cena da festa, fica lindo!
É isso, Vira-Lata Crew é barril!
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009
Carnaval de Salvador. [Parte 1].

Se você está pensando em vir passar o carnaval na cidade de Salvador-BA, pode vim, mas venha precavido.
Venha logo desenganado, pois a cidade de Salvador não é só essa imagem estereotipada que a mídia faz questão de vender para atrair turistas, com seus pontos turísticos, sombra, rede e água de coco. Salvador vai bem mais além disso.
O carnaval, por sua vez que dizem ser de caráter popular, que de popular não tem nada, é uma indústria segregacionista e cruel, que move milhões em dinheiro, limitando a participação da população da cidade (o povão) que saem como cordeiros dos blocos, ou seja, fazendo a proteção de uma “elite” burguesa e ignorante, ou saem na pipoca (indivíduos que não tem grana pra sair em nenhum bloco e são obrigadas a curtir a festa fora dos blocos, espremidos nas calçadas).
É na pipoca que podemos observa com mais vigor a violência entre os pipoqueiros e da policia para com os pipoqueiros. Policia podre, sem instrução, estão ali para coagir de forma enérgica, e maquiavélica. O carnaval de Salvador não tem nada de maravilhoso, é briga todos os dias de carnaval, assaltos, mortes, murro na cara, nesse momento não se faz distinção de homem, mulher, idoso, criança, portador de necessidade física, tudo é pipoca, logo tudo tem que pular.
Dentro do bloco, na proteção dos seguranças, a juventude na sua esmagadora maioria Branca se esbalda com uso de drogas e bebidas descaradamente, e não são reprimidos por ninguém, eles podem?
As ruas da cidade se transformam em uma arena, durante a semana festiva. Para os marujos de primeira viagem fica ai o alerta, tomem cuidado e venham armados, pois a babilônia é aqui!
domingo, 25 de janeiro de 2009
VI Biena da UNE
Foto: Eneia VirginiaEssa foto foi na VI Biena da UNE que ocorreu na cidade de Salvador – BA, no mês de Janeiro de 2009. Nessa foto estou ao lado da bandeira de Cuba, principal símbolo mundial de resistência ao Imperialismo Estadunidense.
Pude observar durante esse evento centenas de camisetas com estampas de lideres revolucionário como: Che Guevara, Lênin, Gandhy, Fidel, entre outros. Que a juventude usava-as e exibia com “gosto”, mas a real postura de nós jovens estudantes é questionável, no que se refere ao enfrentamento desse sistema o qual estamos inseridos. Sabemos que esse sistema não é o mais adequado, vivemos dialogando a respeito, mas pouca coisa é feita. A luta não é feita só de símbolos, teorias, bienais... Tão pouco de camisetas de Che. Detesto hipocrisias!
Integração cultural, trocas de experiências, igualdade racial, organização, revolução/mudança de pensamento, isso ocorreu na VI Bienal?
quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Multidão, barulho, falácias. Penetro mansamente sem querer ser percebido, mas logo um diz: - olha aquele menino, olha a cara dele, lá vêm ele e o irmão, parecem com a mãe. Desvio meu olhar para a multidão e ao mesmo tempo pro nada, não quero dar satisfação de nada, detesto interrogatório e indagações hipócritas. Prefiro ficar de canto com meus fones no ouvido, se alguém vier pra conversar eu retiro-os e converso numa boa, mas prefiro ficar sossegado, gosto disso, se eu pudesse ficaria o tempo todo comigo mesmo. Sou egocêntrico mesmo, lhe dar com gente é um ”saco”, muita descaração e cinismo pro meu gosto.
Em meio a tanta gente, sempre tem os “inocentes” para poder aliviar a dor dos outros, ao menos por alguns instantes, os bêbados, as crianças e os loucos, são esses personagens que me fazem extrair um sorriso verdadeiro. Aproveito pra confessar o meu amor pelas crianças, não são todas, pois tem umas que dá vontade de esganar... Enfim, a paranóia aqui é outra. Prefiro viajar nas pessoas que vêm de perto ou de longe para se amontoar em um único lugar, que mal cabem todos, e poder reviver, ou melhor, relembrar momentos de glórias que outrora vivenciaram, ainda bem que os momentos são únicos, assim pode-se ter uma gama bem maior de experiências, o que seria dos seres sem suas experiências de vida?
Aproveite na medida do possível sua vida, não fique impondo limites ao que você faz, não deixe que outros coloquem nenhum tipo de perímetro nas suas ações. Eu mesmo tento a todo o momento quebrar esses paradigmas que tentam nos modelar, como se fossemos uma massa, massa de modelar, que ridículo é se sentir assim. Que vida é essa? Viver como pessoas é mais complicado do que entender algumas mulheres, eu falo mulher por se tratar do sexo oposto ao meu, elas também podem achar os homens (sexo masculino) seres complexos. As pessoas querem é estar bem, muitos enganam, são dissimulados, só pensa no seu umbigo e não nem ai pra ninguém, e agora nesse momento vem com historinha de sentimentos e pesares pra cima de mim, nem vem, de falsa devoção eu to cheio, o final de todos eu sei muito bem onde é.